Um Blog de histórias, desabafos e tudo o que nos der na real gana sobre uma das muitas Vilas Formosas deste país...
Segunda-feira, 18 de Setembro de 2006
... e no caos continuamos..

Gente que Escapou às Formigas

Capítulo Menos Dois

Ou

Fuga às Formigas – Parte 2

Capítulo II

“Longistão, Setembro de 2006.

 

Querido pai,

Desculpa só agora responder à tua carta datada do mês passado e enviada por Correio Azul, mas como sabes o “Azul” não é para todos… muito menos para as terras como a nossa, que apesar de perto, ficam cada vez mais longe…

Mas, adiante…

Dizia eu: Querido Pai, espero que esta te encontre melhor do que quando escreveste a tua carta, onde denotavas sinais evidentes do teu adiantado estado de debilidade mental!...

Passo a esclarecer, e peço-te que não me leves a mal, pois sabes que só quero o teu bem:

 

Ponto 1 – Eu NÃO sou a tua filha!: sou o teu filho! – A morada da minha irmã, ninguém a sabe, principalmente depois de teres recebido o subsídio dos borregos e a indemnização da CP e a teres repartido “irmãmente”… pela TUA FILHA!

Ponto 2 – Essa que te acompanha NÃO é a minha mãe, pois como te deverás recordar, ela faleceu há uns bons anos… e, quando me via não dizia “Oi!, tudo legal???”! , para além de não ser da minha idade…

Ponto 3 – Já te disse várias vezes que esses comprimidos azuis que teimas em tomar, NÃO são para a TENSÃO, mas para outra coisa … com a mesma entoação…

Ponto 4 – Vê se esse mal-estar do estômago de que a Dulcineide Aparecida se queixa … não será devido a … gazes…

Ponto 5 – Tu próprio sempre me disseste que “Eras ateu, graças a Deus!”, então porquê essa tua súbita e inesperada “conversão” ???

 

Meu Pai, eu sei que a nossa terra fica longe de tudo e de todos… e que, quando se quer,  podemos sempre dar a desculpa de que “É longe … e com chuva ainda pior…nestas estradas…” ou “São muitos quilómetros para fazer com este calor…” (ainda que tenhamos um carro da última geração com ABS e Ar Condicionado de origem, e GPS – opcional por mais 1000 euros)…

Sei que, quando matas um porco – que culpa terá o bicho??? – as distâncias se reduzem; sei que quando é Natal ou outro dia festivo, a meteorologia não interessa… Sei, querido Pai, que estás “à guarda” do Centro de Dia – ou Lar dos Velhos, como lhe chamas – não por opção tua mas por necessidade minha

Todas as tuas queixas, meu pai, têm, pelo menos, uma razão de ser: Interferires o menos possível com a vida daqueles a quem a deste.

 

No entanto fico preocupado quando dizes que vives no “Galapitoquistão”… mas, pai, não foste tu quem votou nele para gerir a nossa Vila Formosa? Não foste tu quem bateu palmas quando ele disse que “Ia tomar conta do Lar”? Não foram todos os que vegetam à sua volta, que permitiram a quase Galapitocracia em que vivem???

 

É que, pai, repara bem: eu vou aí muito poucas vezes; gosto de ver a minha terra bonita, com fontes iluminadas e jardins arranjados mas… És TU quem aí passa os dias e só TU poderás tomar atitudes com conhecimento de causa!!!

Sabes que essa de “emprenhar pelos ouvidos” normalmente dá mau resultado, pois quem nos “emprenha” normalmente só “passa os seus genes” e, num caso destes, talvez fosse bom um pouco de “promiscuidade”…

E não é com atitudes obscuras que se consegue algo (já lá vai o tempo – felizmente o tempo das clandestinidades e das pinturas murais já passou!!!)

Não há ninguém “intocável” – e esse Deus de que te queixas deveria saber disso, tendo em conta o seu passado…

Por isso te digo, querido pai: Estás velho, mas não estás morto! Mexe-te, como me mandaste mexer a mim quando me viste a ir abaixo! Faz ouvir a tua voz e … se precisares… LIGA À TUA FILHA! Que eu tenho mais que fazer …

 

Um beijo do

 

Teu Filho “

 



publicado por extramodum às 14:53
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45 comentários:
De Cravadinho a 18 de Setembro de 2006 às 22:53
... se a filha anda desaparecida, talvez tenha sido ela que pintou as paredes, digo eu!?


De BS a 18 de Setembro de 2006 às 23:04
Meus caros concidadões

é lamentavel os conteudos das cartas deste presumiveis concidadões, deploravel!!
Pobres e mal agradecidos, é o que são, e mais nada,
Não sabem reconhecer uma mente visonária , estar a frente do tempo sempre teve destas invejas , sabido que o tempo , esse tempo, o mesmo tempo que nos trouxe também nos leva embuido de vontade própria ...
....esse tempo....
o de amanhã, vocês os dos restelo, vão ver como é , tem muito que aprender , aqui o galapitoquistão vai ser o exemplo nacional, e atentendo à globalização um caso mundial exemplar, voces vão ver ainda que apenas tenham um olho por que sois todos uns ceguetas na verdade são essas a mazelas da fuga às formigas, só tem um olho, vc vão ver como é, apesar de ter apenas um olho,
esse tempo o de amanhã...
cá estarei , por que vc cequetas , que apenas tem um so olho, merecem


De Anónimo a 19 de Setembro de 2006 às 12:36
Eu sou cegueta mas ainda assim consigo ver para além das luzes. Mas há muitos por aí que tem a mania que se deve respeitar o "partido" como se respeita um clube. Isto é, quem nasce Benfiquista, é benfiquista, independentemente dos resultados, agora ... aceitar de animo leve todas as decisões tomadas por alguém que se julga dono e senhor da verdade, só porque aceita, de olhos fechados, as decisões do "presidente do Clube"... Posso ser simpatizante desse "clube" mas quando vejo, com estes dois olhos e não só com um, que estão a comerme o dinheiro das quotas... amigos, isso não. Parabéns extramodum pela tua coragem. Se houvesse mais como tu, a nossa terra seria outra seguramente.


De Anónimo a 22 de Setembro de 2006 às 15:36
mas que filho esclarecido...o facto de estar longe não o impediu de ter conhecimento que o seu "pai" afinal de contas andou a lamber as botas a ELE e a ouvir e a contar...para sei lá o quê!! agora queixa-se! paciência!

E as paredes??? será que foi a filha do senhor? se não foi, azar....vai servir de bode expiatório! pois. tem que se culpar alguém...quem será desta vez?

Meu "amigo" galapito, cuidado com os seus amigos! sabe que muitas vezes acontece morder a mão a quem nos deu de comer!!



De BS a 22 de Setembro de 2006 às 20:31
Caros Concidadões
ceguetas, se bem se lembram,

é sabido que o marketing é um conceito em fase terminal, bem, o que se avizinha é a era das experiências, e claro, na Chança sabido que as formigas comeram um olho aos nossos antepassados, facto que se tornou genético
" cromossoma P52 ".
como os males por vezes vem por bem ora senão que tal nos permitiu concentrar e desenvolver outras capacidades para lá da visão unidireccional, elas aí estão, vanguarda na gestão!!
a nova era , acontece !!
a era das experiência, adeus marketing!!!

Se revisitar-mos uma das frase mais celebre de George Bush (pai) "... qualidade é sobrevivência e nada mais...." percebe-mos que aqui não interessa a sobrivência aqui vive-se!!!
que é claramente um estadio acima da sobrevivência!!!
.... logo qualidade não interessa ....

façam o favor de entender, em particular caro anonimo cegueta, que ainda tens a particularidade de ser do Benfica , não exageres ....


De chanca_2 a 24 de Setembro de 2006 às 15:19
Meus caros extramodum e cravadino

Tanto que se fala do galapitoquistão, que a insistência apenas alimenta a coisa, muitas vezes a mediocridade sobrevive para lá do seu tempo natural quando pensamos que determinado estilo de critica a questiona, mas afinal tem um sentido contrario.

o erro é importante porque nos ajuda a perceber e a optimizar procedimentos futuros mas tal apenas é verdade quando percebemos o erro , essa é a dificuldade!

mas o que me traz por aqui é uma outra abordagem ao Centro de Dia, que está na ordem do dia, a ponta do iceberg desponta !! se o corte no leite , na agua,
são actos de gestão notáveis, pura economia :), são também evidências preocupantes,
há teses do deixa andar até estourar, escolheram!! ai têm, não concordo,
primeiro a maioria das pessoas não estão habituadas analisar e a reflectir e essas são as razões da escolha ,
a outra razão prende-se com o lapidar do património, qualquer que ele seja.

Este Centro de Dia à semelhança de muito outros começa atravessar momentos de crise financeira, isto porque a sobrevivência económica depende da Segurança Social, conhecido o modelo que a sustenta , os que hoje trabalham pagam para as actuais despesas, conhecidas as razões do desequilibro percebe-se que a bola de neve cresce.

Na verdade, é tudo uma questão de modelo, e essa tem sido a grande dificuldade, a inadaptação dos modelos às circunstância em tempo útil, continuamos ainda agarrados a modelos desenhados à décadas atrás , e hoje os tempos são claramente outros, mantemos uma atitude de agir apenas após os acontecimentos, reactiva, ignorando as vantagens de antecipar os problemas, proactiva, é muito o estilo do Estado, que confesso estou farto!!!

necessidade clara de flexibilidade, dinâmica e visão global que permitirá a definição de estratégias imprescindível à sobrevivência.

Centro de dia,
o modelo actual acenta num grupo de sócios , que elegem um grupo de cidadãos que se candidatam à gestão do Centro baseado nas regras definidas nos estatutos.

o grupo de sócios, potenciais utentes, são um suporte financeiro (quotas) e legal ( assembleia ) do centro
o grupo de cidadãos que executa a gestão, são eleitos democraticamente, tendo as mais diversas origem profissionais.

este é o modelo em termos gerais. ---- penso

sem qualquer tipo de ordem, lanço alguns pontos para discussão

- competência profissional de quem pratica a gestão.

- desertificação
- cada vez menos pessoas
- cada vez mais pobreza (a pobreza de forma muito suave, subtil, está a instalar-se, e ninguém repara e pensa nisso!!)

- cooperação
- a Chança tem x utentes, a Cunheira tem y utentes, Seda tem z utentes, etc. a sua soma é um factor a considerar
- combater a nossa insignificância numérica.

- Visão
- estratégia

- Modelo organizacional do centro


É minha opinião convicta que este tipo de actividade, prestação de serviços à terceira idade é uma "industria" a ter em conta nestas pequenas terras, correctamente definida, e porque as condições existem, será um motor de criação de riquezas em todas as vertentes.

cuidado! não se entenda "industria" como uma qualquer fabrica ou como qualquer coisa de âmbito capitalista, sejamos frios na análise essa industria com bons processos resultará num bom produto final, e esse produto apenas se destina aos utentes que toda a vida trabalharam e hoje nada têm , eles são uma classe perfeitamente desprotegida, não esqueçam amanhã seremos nós :)

espero conseguir lançar o debate!

façam o favor.

(ninguém deve de beber agua da Chança ou Cunheira a característica do calcário altamente incrustante não é nada benéfica, este problema já deveria ter sido tratado a muito tempo, qualidade de vida !!! a verdadeira, bem sempre temos as rotundas.)

chanca_2@hotmail.com


De Cravadinho a 26 de Setembro de 2006 às 00:46
Chança_2 ,
Debatamos então.
Compete à Assembleia avaliar a gestão da Associação e pelo que sei, foi feita uma reunião há dias com o objectivo de tratar dos assuntos supostamente mais polémicos e ao que parece sem grande contestação, provavelmente é só ruído exterior.
Por outro lado, a Direcção é composta por pessoas, que me parecem ser a mais capazes, de diferentes cores políticas e que a troco de nada se sujeitam à crítica, dos que por vezes nada fizeram pela nossa terra.
A suposta arrogância do Jorge Galapito , não passa de um falso problema. O maior dos problemas é a apatia e a imagem de abandono a que as nossas aldeias por esse país fora são lançadas. Muito me apraz ver que a Chança nos últimos anos construiu uma série de equipamentos, que são importantes para a população. Quem faz alguma coisa, nunca agrada a todos, é natural. Isto para dizer que, quer se simpatize ao não com o Jorge Galapito , tem de se reconhecer mérito no trabalho feito pelas pessoas que têm estado no executivo da Junta nesta meia dúzia de anos.
Também não vejo que haja aqui razões para sofrer de partidarite aguda , pois os anteriores executivos também eram CDU, com excelentes pessoas à frente, afáveis de trato fácil (lembram-se da Menina Pimenta), que geravam um sentimento consensual na população, mas que infelizmente, não tiveram a capacidade de deixar obra.
Quanto à ideia de indústria associada ao papel social que Estado deve assegurar, junto de determinados grupos de cidadãos, devo dizer que se o Estado não cumprir pelo menos com essa obrigação, pegando em parte da riqueza produzida e (re )distribuir pelos que mais precisam, então não precisamos do Estado para nada. Os cidadãos com maiores recursos e que possam pagar para ficar numa casa de repouso ou lar particular, sim senhor é respeitável e eles estão aí, a tal indústria de que fala, mas que de todo se deve confundir uma coisa com a outra.
Para terminar, o calcário da água da Chança e da Cunheira tem características iguais ao de todas as águas, é simplesmente carbonato de cálcio.
Bem haja pelo desafio que lançou.


De falcão a 26 de Setembro de 2006 às 12:23
falam ,falam falam ,falam mas não os vejo a fazer nada fico chateado pois fico chateado.mas falando sério acho que na chança existem pessoas á altura para quando houver eleiçoes darem um murro na mesa e acabar com esta palhaçada toda, pessoas essas que foram as que escreveram no papel muitas das obras que esses senhores que estão actualmente no poder aproveitaram e que na altura as criticavam.pessoalmente acho lamentável certas pessoas serem como os camaleões
não tenho vergonha de dizer que sou comunista sempre serei.
desde quando o actual presidente da junta é comunista?
a sua ideologia politica é mesmo essa?
só tenho a lamentar isso, quanto a obras não lhe reconheço nehuma pois não foi ele o obreiro de nehuma .podem dizer o contrário mas a mim não me atiram areia para os olhos,pois aprendi muito com alguem que tambem fazia parte desses obreiros que referi anteriormente.se houver alguem que me consiga responder a essas perguntas que fiz agradecia.

um abraço ass:falcão


De Chanca_2 a 26 de Setembro de 2006 às 23:22
Cravadinho,
Confesso que gosto do teu nome!!

imagina-te dentro de um ovo , imagina o silêncio, e agora meu caro esquece de vez a menina pimenta o menino jorge galito com lhe chamas a cdu, o ps , esquece.
esqueceu?


que achas destes centros serem dirigidos por alguém profissional ?
o profissionalismo, é um conjunto de factores, não esqueças.


que achas destes centros desenvolver mais valias? não falo em aumentar as "rendas" aos utentes
mas antes em vender um serviço, de boa qualidade, terá como natural consequência um aumento de procura,de utentes, consequentemente muitos dos custos fixos que constiuiem o centro de custo irão diminuir proprocionalmente, o equilibro financeiro ficará mais perto, melhor rentabilidade, criação de riqueza

já pensas-te quantas casas há abandonadas na Chança?

já pensas-te que podes atrair muita gente que aqui nasceu, que entretanto pelas mais diversas razões foram embora

lembras que na Pascoa, no Natal a Chança mais que duplica a sua população.

queres combater a desertificação, quem poderás atrair? e que tal aqueles que tenham ligações a terra?


depender e ou esperar pelo estado, é um erro e um convite à inactividade, um pouco do que acontece com os subsidios qualquer coisa que por aí há , claramente, um convite à inactividade

achas que o estado funciona?

o estado parceiro, nunca suporte

bem por hoje chega,
resumido :
associar o profissionalismo responsavel a este tipo de associações

criação de um bom serviço , um serviço de excelênciá

atrair mais utentes,
combater um pouco a desertificação



bem cravadinho valerá pena redefinir um modelo para este tipo de associações, pelo menos discuti-lo, diz por favor e usando um pouco da intimidade que denuncias ao editor que coloque a matéria em POST

sabes a nossa sociedade é pouca interventora e isso é uma mediocridade, que nos alimenta

e que tal é estar dentro de um ovo ?




De PS a 26 de Setembro de 2006 às 20:26
Este blog mais parece uma autêntica máquina de lavar roupa suja, onde muito se fala e pouco se faz... ao invés de estar para aqui a falar dos podres de uma terra não seria mais útil parar e pensar em soluções para resolver o problema em questão?
A pessoa que tanto se fala aqui precisa de ideias novas e da ajuda de todos os que tenham vontade de lutar por um bem que é nosso... como diz o ditado "unidos venceremos". lembrem-se que todos nós, um dia, chegaremos a velhos... todos nós queremos ter uma velhice digna, na terra que nos viu nascer e crescer... eu quero chegar a essa bonita idade e poder orgulhar-me do meu país, da minha terra, do meu lar...


De chanca_2 a 26 de Setembro de 2006 às 22:33
Meu caro PS

mais acima encontra-se um desafio que lancei, faz o favor de contribuir, parece.me necessário discutir o modelo actual de centro de dia, não te parece um bom principio para melhorar a qualidade deste blog? agora que através da roupa suja atingiu a fama, a maioridade?

para esse debate é essencial pensar em frente, pensar alto, esquecer o passado , vamos lá? venham de lá essa ideias

Aliás, parece-me que o Extramodum poderia definir o tema como post.

PS permite-me ainda contar-te um pequena história,
"... num pequeno bosque na Irlanda , um escorpião tentava passar para a outra margem dum pequeno riacho, mas, definitivamente, não conseguia, então dirigiu-se a uma rã e pediu-lhe "Srª rã podia-me fazer um favor, eu quero passar para a outra margem mas não consigo, poderia me ajudar? eu subiria para as sua costa e a Srª levava-me.", "Nem pense!! o Srº é um escorpião, vai-me picar!!! " disse a rã, "não nada disso , nada disso, vai-me ajudar! jamais a picaria!!" de tanto insistência a rã concordou em levar o escorpião para a outra margem.
chegados o escorpião picou a rã,
" como pode fazê-lo !!!" disse rã contorcendo-se,
" sabe é a minha natureza, é a minha natureza" disse o escorpião afastando-se....


PS é preciso não ser ingenuo temos que perceber a natureza de cada um!!!

" unidos venceremos" é mais slogan politico que já teve o seu tempo,
faz mais sentido "a união faz a força" , mas não esqueças "dividir para conquistar" , um grande dividimo-lo em pequenos problemas , pode ser um prinicpio de analise ao nosso debate
" o modelo do centro de dia",
a palavra é tua


De ana simao a 27 de Setembro de 2006 às 00:50
Não nasci em Chancelaria, mas vivi e cresci...
Agora vou lá de tempos a tempos, à terra de meus avós, de minha mãe (do meu pai porque a escolheu com o coração) de meus familiares, de meus amigos de infância e da adolescência. Saudades eu sinto das vivências, da frontalidade, da sabedoria... das pessoas desta pequena /grande "terra", hoje quando entrei no vosso blog extramodum e cravadino ), recordei um dizer dum Homem dessa terra "Ó filho vai ler..." ao que eu acrescento - Vão crescer....
Como bons conhecedores dos costumes da nossa terra, não ficarão ofendidos das novas alcunhas que vos atribui - estramodum , passará a ser conhecido por extra normal , pois anda fora da normalidade, e tornou-se um anormal, possivelmente porque lhe tiraram a "mama" ou a possibilidade de mamar, seu comilão! - o cravadino , passará a ser conhecido pelo crava ou seja aquele que anda a pedir dinheiro dinheiro ou outra coisa, seu intriguista .
Para terminar, só vos tenho a dizer quem acusa, quem mal diz, quem mal faz, e não se identifica boa rés não é. Por isso não admira que digam tanto saber de factos reais (que possivelmente só existem na vossa mente de ervilha podre). Homens bons, mulheres de bem, tratavam desses assuntos no local próprio acusavam e apresentavam as provas na policia, e "lutavam" em tribunal.
Já agora, eu sou a "painceira " Ana Simão!


De chanca_2 a 27 de Setembro de 2006 às 12:45
Ana Simão

Lembras Fernando Pessoa, Alvaro Cunhal, que escreveu durante muito tempo sobre um pseudonimo, e quantas vezes lês um livro , e nem sabes o nome do autor o mesmo que saibas nada te diz, mas lês com entusiasmo, quantas ? apenas te quero dizer que um nome nada interessa! mas sim os conteudos, e claro quando são de má lingua, absolutamente de acordo nada interessam. mas a verdade é que optas-te por discurso semelhante, portanto está ao mesmo nivel, do extra normal e do crava :),
também verifiquei a questão do baixo nivel e a possibilidade da deteorização de conteudos e o que fiz lancei um tema que me parece interessante, este país precisa de reformas e nada como começar por baixo, esperar que o estado as faça é tal como digo um convite à inactividade.

à que perceber que o problema não está nas pessoas mas sim nos modelos. conto contigo para o enriquecimento do debate.

falas de policia e tribunais, lembras Fatima Felgueiras, isalstino morais , futebol , casa pia, poder autarquico, politicos que se reformam 12 anos depois, reformas de 200 €, o estado a viver acima das suas capacidade, o sugar da economia, segurança social em ruptura, etc.. invejo-te porque não vives no país que eu vivo, ou tal como se diz lá Chança
" não sabes da missa à metade...."


lanço-te o desafio quando pensares " modelo do centro dia " baseia-te no seguinte: como será a Chança daqui a 15, 20 anos,



De ana simao a 28 de Setembro de 2006 às 00:10
Chança 2
Fernando Pessoa, Álvaro Cunhal ... gosto. Mas sou alentejana, portanto Florbela Espanca, Catarina Eufémia, Maria José Pires dos Santos, principalmente esta última senhora que me recreou ...
Aceito o seu desafio, não para mudar o modelo do centro, pelo menos a médio prazo. Mas para ajudar a definir o primeiro passo para o bom funcionamento de uma instituição, ou seja :
Qual é a missão do centro de dia?
Pois é meu caro, pelos seus comentários e contributos , dá para deduzir que:
1- contribuiu para o actual modelo de funcionamento, possivelmente até já geriu o modelo, o que correu mal pois esqueceu-se de definir a missão da instituição. A visão anda a par/ ao lado da missão mas é esta última que é importante definir, a visão foi o "sonho" o "quer" já concretizado, criar o centro de dia;
2- A sua principal preocupação, "competência profissional para quem pratica gestão" é converça de quem tem formação para trabalhar na àrea de gestão, mas meu caro tal facto nem sempre quer dizer competência para o desempenho do cargo, e funções.
Por último, a Chança daqui a 15 anos será a minha missão, e para ela eu tenho uma visão, muito diferente da sua. Pois não sonho com $ mas com as pessoas dessa terra que estão no meu coração!!!


Quando me tiver a definição da missão do centro de dia, voltamos a conversar.
Até breve.
Ana Maria Alves Simão


De chanca_2 a 28 de Setembro de 2006 às 20:00
Ana Maria Alves Simão

como já deves ter percebido iniciou-se um debate, não existe por ora qualquer ordem dos factores apenas a discussão de ideias, o lançar de sugestões, enfim um debate publico que se quer alargado, deves também perceber que não existem ideias predefinidas, ou seja, pode-se perfeitamente vir a concluir que este modelo, existente, é o melhor,

a missão de um centro de dia é tão òbvia, que a sua inexistência textual não pode constituir um obstaculo ao debate.

quando te fiz a susgestão para debate " como será a chança daqui a 15, 20 anos " fi-lo porque dizes-te que só a visitas de tempos a tempos,
e essa visão naturalmente diferente de quem visita frequentemente, parecia interessante, mas eis que faz um fuga em frente, aguardo

gostei da ideia que para ser presidente da junta tem que se saber fazer sopa de peixe...do rio

finalmente acho que estás como demasiado sangue nas guelras, espero que não acabes num sopa de peixe , mal confeccionada :)









De ana simao a 29 de Setembro de 2006 às 00:59
chança _2
Pensei, estar a comunicar, em conformidade com o por si sugerido e solicitado. No entanto "noto" que devemos ter conhecimentos técnicos ou profissionais diferentes, ou simplesmente linguagens e entendimentos diferentes ( o que é bom), se conseguirmos aprender alguma "coisa".
Vá lá, esforce-se lá um "pouquito", diga lá se quer um novo modelo para o centro de dia ou continuar com este, mas não se esqueça que "Um bom gestor/um bom profissional nos dias de hoje" não começa um projecto pretendendo definir a "visão"... É a missão da instituição que temos de definir obrigatoriamente .... e o que parece óbvio por vezes não o é, tantas e tantas vezes... assim como o seu óbvio está a entender?
Já agora...a titulo de brincadeira (não vá o Sr. . não saber interpretar o sarcasmo e a má língua das entrelinhas ou somente uma brincadeira) - sabe confeccionar o Quê? Porque aptidão para criar um projecto e para o gerir, penso que não tem!
Passando da brincadeira para a realidade, coloque a sua "ideia" no papel veja se a consegue fazer chegar ao Centro de Dia seus "representantes" e solicite a análise da mesma. Ajude quem está a trabalhar, colabore, para que se construa algo de válido...
O voluntariado.... é uma actividade nobre, penso que concorda. O centro de dia não pode ser gerido, por quem pretende um emprego para si e para os amigos.
Portanto o desafio que eu lanço a todos, é o seguinte vamos criar "O Grupo dos Amigos do Centro de Dia"

Aceitam? É para trabalhar.... como voluntários, é claro.


De ana simao a 29 de Setembro de 2006 às 22:18
" Aceitam? É para trabalhar.... como voluntários, é claro"

Não


De extramodum a 27 de Setembro de 2006 às 16:40
Amiga Ana,

- Se és quem penso, creio poder tratar-te assim -

Talvez não tenhas lido bem as "cartas" e/ou entendido correctamente o seu conteúdo. Só assim compreendo a tua resposta.
Quanto ao facto de me "esconder" por detrás de um "extramodum" ... a isso respondeu , e bem, o chanca_2: ao sabermos a verdadeira identidade do autor perdemos, por vezes, a objectividade na análise do que está escrito, associando o conteudo àquilo que julgamos saber ou conhecer do seu autor...
Quanto ao novo nickname (ou alcunha) que me atribuis, não é novidade pois "extramodum" já significa algo parecido com "fora do comum" ou "fora do habitual" ou ainda "fora do normal". São todos eles diferentes formas de dizer "ANORMAL"...
Ah... esquecia-me de um outro significado, talvez mais em consonância com o que se pretende: é Fora do Vulgar!
...E isso, amiga Ana, somos todos nós, chancenses de nascimento ou de coração...
A tua opinião é válida, desde que respeites a dos outros.
Continua a visitar o "Vilaformosa" e ...

cria um nick... "painceira" é giro e condiz com o teu cabelo.

Abraços
"Fora-do-Vulgar"


De ana simao a 28 de Setembro de 2006 às 01:48
Fora- do- vulgar
Seu convencido...
Meu amigo? ...Se o fosse saberias porque sou " painceira ", ou seja, que sou natural/nascida em Aldeia da Mata. Portanto não é uma questão de cabeleira. Este cabelo, meu caro, tem a ver com os meus "genes" da Chança sou sobrinha/neta do meu meu tio-avô João "lã branca", pai de minha prima Delmira , de quem já não posso matar saudades. Sou neta saudosa de meu avô José Isidoro. Sou sobrinha de coração da minha tia querida "Ana do Arnaldo" prima da Estrudes " e do João Bernardo, da Maria João Canarias do "Tudela " João Maria ....E também sou prima do Júlio, não porque "dá jeito"... mas porque de vez em quando coexistem "no mesmo tempo" dois familiares (afastados) solitários (por opção) mas rodeados de amigos e conhecidos, que são suficientemente inteligentes emocionalmente para diferenciar o trigo do joio, que são amantes eternos da noite, que sentem principalmente saudades de um abraço, eternas crianças em corpo de adultos....
Se fosses meu amigo, ajudavas-me a criar um nick ...pois saberias que sou pouco entendida nestes assuntos das " novas técnologias informáticas", assunto em que observo seres suficiente bom...
Chego a pensar que em tempos fomos amigos, e que nos perdemos pelos "caminhos" ... Mas em alguém que tem memória de tantas histórias vividas e outras contadas à volta da fogueira no Rossio, deve ter ficado algum sentimento e sabedoria, para que de futuro quando tirares fotos à Chança , escolhas fotografar os rostos da sua gente, onde poderás descobrir o que lhes vai na alma quando dizem mal dos filhos da terra...
Se souberes fazer "uma sopa de peixe do rio" tão boa quanto a do Jorge, talvez te reconheça as capacidades de um dia vires a ser Presidente da Junta. Pois significa que com os recursos da " terra", estarás a esforçar-te para "alimentar" a nossa gente, porque delas és amigo...
Até mais ver ou ler ...
Ana Simão


De Anónimo a 28 de Setembro de 2006 às 13:32
então a sra. ana também pertence ao grupo dos petiscos?? muito bem...se o sr. jorge cozinha assim tão bem podia dispensar as cozinheiras do centro de dia...assim poupava alguns trocados no fim do mês!!


De ana simao a 28 de Setembro de 2006 às 23:34
caro anónimo
Ainda não percebi quantos anónimos há ....
Como deve saber não frequento os seus locais, logo petiscos copos e demais - NÃO. E ao utilizar como metáfora a confecção de uma "sopa de peixe do rio" que o Jorge faz como ninguém, é uma de entre muitas das qualidades que lhe reconheço. O que é que o senhor/menino tem conta as senhoras cozinheiras??? tem alguém para o lugar?É?


De Anónimo a 29 de Setembro de 2006 às 10:45
ouça minha senhora... não tenho ninguém para o lugar!! mas com a contenção financeira que ocorre nestes tempos no dentro de dia, e já como o Sr. Jorge diz são de mais as mulheres que tem a trabalhar, apenas sugeri que, sendo tão bom cozinheiro, pudesse dispensar as 2 ou três cozinheiras ou sei lá quantas, para ocupar ele o lugar...assim poupava dinheiro!!

o meu comentário foi apenas uma brincadeira. Não queria ferir susceptilidades! Apenas me "meti" na conversa para tentar apaziguar um pouco visto que já ia longa e digo mesmo mal encaminhada...

D. Ana Simão...continue no blog que gostamos de a ter cá...


De Anónimo a 27 de Setembro de 2006 às 12:20
Meus amigos...para quê tanta conversa?
Afinal de contas, falam, falam, falam...e devem continuar a falar!

O facto de vivermos em democracia permite-nos escolher quem queiramos que nos governe e graças ao fim da ditadura, de manifestar as nossas opiniões sejam a favor ou contra.

Acontece que na Chança, existe um problema grave. Quem têm opiniões contrárias pode sofrer algumas consequências...e os familiares também!

Isto é o que mais me incomóda. Por isso continuo no anonimato. Não é por mim, mas pelos meus familiares. Não quero que sofram represálias.

Continuo a dizer que o povo da Chança e os sócios do Centro de dia são soberanos. Pois a eles compete a eleição para os respectivos orgãos. O problema é que o povo e os sócios podem ser manipulados Há até quem confunda obrigação com favor!

Vamos contribuir para que as situções se tornem o mais claras possível, apelando ao bom senso e ética de quem concorre a estes cargos.

Porque não há nada pior do que a falsidade!

Concordo que a gestão do Centro de Dia deveria ser feita por profissionais. Talvez até no centro de emprego exista alguém nessa área e que busque uma oportunidade de trabalho? também podemos aceder aos modelos de gerência de outras instituições!
Pelo menos já deixei uma ideia...

Parabéns Junta de Freguesia!! Já soube que os semáforos se encontram em funcionamento.

Sr. Jorge Correia, não leve a mal o que todos nós dizemos neste blog...apenas queremos que o Sr. caia em si e que deixe que outros com novas potencialidades o ajudem. Caso não queira auxílio, então talvez deva ser convidado a sair pelo próprio pé.
O que queremos mesmo é que faça uma reflexão sobre todas as coisas que já fez, os erros que cometeu, o que correu bem...isto para que no futuro seja mais cauteloso com as decisões que tomar...em conjunto com as pessoas com quem trabalha.

Também acho que o Centro de Dia poderia ter algumas tardes de animação para os utentes e quem poderia contribuir eram as crianças da escola primária e os jovens da terra.
Sei lá ...contar histórias, actividades musicais, passeios... E porque não a história do centro de dia e de cada utente que tem ou já teve...as histórias da vida etc..Acho que os familiares iam gostar...e os utentes também.

Vale a pensar nisto...

Cumprimentos!




De chanca_2 a 27 de Setembro de 2006 às 13:35
Deixa-me cumprimetar-te
Finalmente algo de positivo, fica registado e será compilado.

e que tal arranjares um pseudonimo?

lembras a cooperação ?
"...a Chança tem x utentes, a Cunheira tem y utentes, Seda tem z utentes, etc. a sua soma é um factor a considerar..."

trabalhar por um mesmo objectivo, cooperar!!

o que se ganha em capacidade negociável,
que tipo de serviços se poderão conseguir, impensaveis para uma só instituição?
e que tal capacidade médica ? uma das grandes lacunas do interior!

queres desenvolver?


cpt


De extramodum a 27 de Setembro de 2006 às 14:00
CONSEGUI!!!!

VIVA EU!!!!

Consegui fazer aquilo que esperava com este Tema:

Acender o debate e o diálogo (ainda que por vezes pouco cordial e até algo ofensivo) sobre a Nossa Vila Formosa!!!

Obrigado a todos pelas vossas opiniões. Como alguém disse aqui, este blog atingiu a maturidade... não direi tanto... talvez a "adolescência", com todas as suas virtudes e defeitos.

Mas o debate está lançado e logo que possa vou lançá-lo como Tópico para permitir mais "mobilidade".
(obrigado pela sugestão, chanca_2).

Lancei o tema com "pseudo-cartas" de pais e filhos para apresentar o problema com algum humor... se há quem não o perceba ou aceite, então que fique como está!

Mas, caraças, estou mesmo contente!!! Afinal há pchardecos com opinião e capazes de debater assuntos de interesse para a nossa terra!!! Força amigos e mais uma vez, obrigado pela Vossa colaboração. Até Breve!
assinado,
extramodum


De Delfos a 27 de Setembro de 2006 às 14:35
Caro Chanca-_2 sem dúvida que a ideia que lançou em discussão é bastante coerente, logo válida!

A ideia de concentrar os esforços na área da solidariedade social do nosso concelho, mais propriamente das freguesias Chança, Cunheira e Seda, num projecto comum de apoio deveria ser trabalhada e apresentada talvez em Assembleia Municipal.
Sabemos no entanto que para levar adiante tal projecto necessitariamos de uma estreita colaboração entre a Câmara Municipal e as freguesias envolvidas juntamente com a Segurança Social e outras parcerias que possivelmente se conseguissem realizar.

Realmente não conheço em concreto a realidade dos centos de dia das freguesias, mas talvez se desse um primeiro passo com a construção de um edifício de mariores dimensões onde funcionasse em pleno um lar com todas as valências. Tentar-se-ia manter os postos de trabalhos de todos os centro de dia actuais e também o apoio domiciliário a quem não pudesse deslocar-se ao Lar.

Estas coisas sou eu a pensar assim por alto. Mas se para além de nós concordarmos, outros se manifestarem, talvez possamos alcançar um consenso razoável para todas as partes.

Mais ideias?


A propósito...assino como Delfos.


De sei lá a 27 de Setembro de 2006 às 22:59
Caro anónimo

apenas uma pequena correcção, soube recentemente que os semaforos, agora a funcionar, são consequência de uma carta escrita pela Joana, aquela miuda das festa, á Junta Autonoma de Estradas, denunciando os excessos de velocidade, que em resposta prometeu proceder a instalação dos referidos semáforos.
sendo um erro, associar-se tal acontecimento à Junta de Freguesia
Fica a correcção.


De Anónimo a 28 de Setembro de 2006 às 13:29
Caro amigo sei lá...vou confirmar todas essas informações que me passou com a própria Joana...e já agora a Junta Autónoma de Estrada foi extinta em 1999 pelo Decreto de Lei nº 237 de 25 de Junho. Actualmente intitula-se Instituto de Estradas de Portugal criado pelo Decreto-Lei ~º227/2002 de 30 de Outubro...



De sei lá a 28 de Setembro de 2006 às 23:41
meu caro
gostaria de ter o seu tempo para ler o diário da republica :)

se estiver com a joana diga-lhe que adoro
até lá
sei lá


De Anónimo a 28 de Setembro de 2006 às 11:31
Mais uma novidade no Galapitoquistão
Uma funcionária do ATL, a cargo do Centro de Dia, embateu numa parede com a carrinha que transportava os miúdos para a escola provocando damos materiais na mesma.
Resultado o Senhor presidente Jorge Galapito disse à mesma funcionária que teria de ser ela a suportar as despesas da referida carrinha, porque esta apesar de ser uma carrinha nova n tem seguro contra todos os riscos, mais um acto de gestão fantástico deste senhor.
Este senhor deve ter pensado que como a bendita carrinha foi abençoada estava imune a acidentes...
E agora como é? se a empregada não pagar (e acho que não o deverá fazer porque pode acontecer a qualquer um e não pode pagar pela gestão danosa deste senhor) o que se vai cortar a seguir aos utentes?


De Anónimo a 28 de Setembro de 2006 às 11:40
Para quê dar tanta importância ao Senhor Jorge Galapito deixem de falar dele e reduzam-no à sua insignificância.


De ana simao a 28 de Setembro de 2006 às 23:44
O que se pode dizer de um anónimo? É só mais um entre tantos, dos que nada fazem, pelo menos que se veja ou se saiba .... trabalhar, trabalhem os outros. Não queira "reduzir" os trabalhadores da Chança a insignificantes....


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